As disputas dentro do futebol não se resumem somente às quatro linhas. Fora delas, as duas maiores marcas do segmento esportivo travam inúmeras batalhas em busca de um espaço para porem seu logotipo. A alemã, Adidas, e a norte-americana, Nike.
Em fevereiro, a Nike anunciou ser a nova fornecedora de material esportivo da Seleção Francesa, posto ocupado pela Adidas, por mais de trinta e cinco anos. O contrato terá início em 2011 e vigorará até 2018. Com o acerto, a americana desembolsará 42,6 milhões de euros anuais (!!), além de premiações por resultados. Em reais, cerca de 114 milhões. O antigo contrato rendia 10 milhões de euros à Federação Francesa de Futebol.
O estranho é que a mesma empresa paga à Confederação Brasileira de Futebol US$ 22 milhões, reajustados há pouco. Com a mudança, ficou combinado que haveria um novo acordo, caso houvesse um aumento de patrocínio para outra Federação. Segundo o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, a proximidade da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, poderá servir de argumento para o aumento. Basta? Não. Faltam os principais prós que o Brasil possui: Temos os melhores jogadores do mundo e somos detentores de cinco Copas do Mundo, contra apenas uma da França.
E tem mais disputa por aí. No início da semana, o Flamengo anunciou que pode trocar o swoosh pelas três listras. Além de uma proposta muito superior aos R$ 4,5 milhões que recebe anualmente, o Rubro-Negro alega prejuízos devido à falta de camisas oficiais em lojas do resto do Brasil. O contrato com a americana só termina na metade do ano que vem, mas o Mengão pede a rescisão de contrato.
Contudo, nem sempre a melhor proposta vence. Em 2007, a Nike ofereceu 50 milhões de euros por temporada à Federação Alemanha de Futebol, muito acima dos 11 que a Adidas pagava. A marca alemã, então, dobrou sua proposta e, mesmo com valores inferiores, renovou com a Seleção de seu país. Vitória do patriotismo!
Em fevereiro, a Nike anunciou ser a nova fornecedora de material esportivo da Seleção Francesa, posto ocupado pela Adidas, por mais de trinta e cinco anos. O contrato terá início em 2011 e vigorará até 2018. Com o acerto, a americana desembolsará 42,6 milhões de euros anuais (!!), além de premiações por resultados. Em reais, cerca de 114 milhões. O antigo contrato rendia 10 milhões de euros à Federação Francesa de Futebol.
O estranho é que a mesma empresa paga à Confederação Brasileira de Futebol US$ 22 milhões, reajustados há pouco. Com a mudança, ficou combinado que haveria um novo acordo, caso houvesse um aumento de patrocínio para outra Federação. Segundo o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, a proximidade da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, poderá servir de argumento para o aumento. Basta? Não. Faltam os principais prós que o Brasil possui: Temos os melhores jogadores do mundo e somos detentores de cinco Copas do Mundo, contra apenas uma da França.
E tem mais disputa por aí. No início da semana, o Flamengo anunciou que pode trocar o swoosh pelas três listras. Além de uma proposta muito superior aos R$ 4,5 milhões que recebe anualmente, o Rubro-Negro alega prejuízos devido à falta de camisas oficiais em lojas do resto do Brasil. O contrato com a americana só termina na metade do ano que vem, mas o Mengão pede a rescisão de contrato.
Contudo, nem sempre a melhor proposta vence. Em 2007, a Nike ofereceu 50 milhões de euros por temporada à Federação Alemanha de Futebol, muito acima dos 11 que a Adidas pagava. A marca alemã, então, dobrou sua proposta e, mesmo com valores inferiores, renovou com a Seleção de seu país. Vitória do patriotismo!

